segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Nós não o conhecemos

Chovendo e eu decidindo coisas da vida.
Minha Luna meu bebê sempre companheira.
Ele se foi e nós não o conhecemos. Sempre cheio de segredos!
A princípio com as histórias de seu pai que era rico e ficou pobre, depois com trabalhos de informações comerciais que muitas vezes eram em lugares inimagináveis.
Domingo de manhã ia na praia jogar tamboréu e de tarde dormia.
Participar da vida das pessoas era uma presença quase invisível, estava lá às vezes de corpo presente, mas não de alma.
Visitava a mãe todo sábado a tarde. Era metódico nisso. Vovó praticamente foi santificada.
Deixou saudades, segredos, histórias de fantasias, emoções, mistérios...

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